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Arranca amanh√£ a maratona
· 26 Nov 2015 · 17:38 ·


Não a meia - a musical. O Vodafone Mexefest arranca esta sexta e sábado e serão, com certeza, milhares aqueles que andarão a subir a Avenida da Liberdade em passo mais ou menos apressado de forma a não perder pitada daquilo que o cartaz deste ano contém. A edição deste ano do Mexefest contará com novas salas, novos conceitos, novas bandas por descobrir e novas maneiras de não torcer um tornozelo no pára-arranca entre espaços (espera-se, contudo, que o chocolate quente se mantenha). Saibam tudo sobre a logística aqui; quando a concertos propriamente ditos, eis, muito sucintamente, as nossas dicas:

Galgo: Os vencedores do concurso Vodafone Band Scouting já foram alvo de um merecido destaque nestas páginas virtuais. Ao Mexefest, levarão o EP que lançaram há bem pouco tempo. Rock mexido e dançável, para começar a aquecer bem a noite.

Cave Story: Palavras para quê? A banda das Caldas tem sido muito acarinhada pelo público e pela crítica, incluindo nosotros, e este novo concerto em Lisboa não irá, com certeza, desiludir (porque nunca desiludem).

LA Priest: Com o fim dos Late Of The Pier, não havia outra escolha para Sam Eastgate que não lançar-se a solo. Inji, o disco que vem apresentar, é uma colecção bonita de temas entre a pop, a electrónica mais estranha e até o house mais desbragado e ácido - se não acreditam, ide ouvir "Party Zute / Learning To Love" agora mesmo.

Ducktails: O homem também conhecido como Matt Mondanile, e que nunca aceitou o meu pedido de amizade no Facebook, regressa a Portugal com St. Catherine, disco que está dez vezes acima do horripilante The Flower Lane e dez furos abaixo do magnífico Arcade Dynamics. Espera-se que haja um pouco de tudo. Até vale Real Estate.

Jenny Hval: A menina norueguesa trará a pop vestida de negro de Apocalypse, Girl ao Mexefest, considerado por muito boa gente como um dos discos do ano. A luz do Cinema São Jorge, onde estará no sábado, certamente que tombará com a sua presença.

Georgia: Mais uma mulher, mais uma coisa boa para escutarem; a filha de Neil Barnes quer ser Grimes, mas antes disso tem para nos oferecer um punhado de boas canções, óptimas para dançar. (E, quando assim é, deveríamos chamar-lhes "danções". Fica também esta dica.)

Flamingos: Porque o Cão da Morte e o Coelho Radioactivo são lindos.

Ariel Pink: Palavras para quê?
Paulo Cecílio
pauloandrececilio@gmail.com

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