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Beach Fossils Clash The Truth

2013
Captured Tracks


Lista de géneros musicais nos quais poderíamos incluir o segundo disco dos Beach Fossils: Pop, Rock, Pop/Rock, Alternative Rock, Garage Rock, Surf Rock, Indie Rock, Indie Pop, Jangle Pop, Noise Pop, Twee Pop, Dream Pop, Lo-Fi, Post-Punk

Lista de adjectivos que poderíamos utilizar para descrever o segundo disco dos Beach Fossils: Calmo, Relaxante, Veraneante, Doce, Romântico, Sonhador, Quente, Fofinho, Juvenil, Ruidoso (a espaços), Aborrecido (para quem não gosta)

Semelhanças que Clash The Truth tem com Beach Fossils e o EP What A Pleasure: As guitarras, as linhas de baixo, as vozes escondidas no eco, a.k.a. quase tudo

Coisas comestíveis com as quais poderemos fazer uma analogia entre estas e as canções de Clash The Truth: Pastilhas elásticas, rebuçados, algodão-doce

Nota que o nome "Beach Fossils" obtém numa escala de estupidez etimológica: 4/10

Maneiras segundo as quais poderemos utilizar este disco como um apéritif até leakar o novo dos My Bloody Valentine: Lembra a espaços alguns momentos MBV circa Ecstasy e Strawberry Wine e a "Brighter" é uma tentativa descarada de copiar a "Touched"

Melhor riff do disco: O final da "Crashed Out"

Número de vezes que os Beach Fossils são superiores aos conas dos Drums: 11

Número de vezes que a "Let´s Go Surfing" é superior a qualquer das canções deste disco: 2,5

Número de canções presentes neste disco: 14

Número de canções boas presentes neste disco: 2 ("Birthday", "In Vertigo")

Número de canções verdadeiramente boas presentes neste disco: Tristemente nenhuma

Número de orgasmos que tive ao ouvir a canção com a Kazu Makino: 0

Número de orgasmos que teria se pinasse a Kazu Makino: 3

Número de vezes que voltarei a ouvir este disco em 2013: Provavelmente nenhuma, mas a pop é feita de "momentos" e não de "eternidade". Dizem.


Paulo Cecílio
pauloandrececilio@gmail.com
04/01/2013