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Ainsworth e Noiserv estendem a “Manta” a Dead Combo e Lula Pena
· POR Fernando Gonçalves · 26 Jul 2017 · 11:51 ·


O festival Manta está de regresso para a sua 11ª edição. Tal como no ano passado, o evento vai dividir-se por dois dias (1 e 2 de Setembro) e já tem cartaz definido.

Assim, no primeiro dia, a “Manta” vai estender-se, nos jardins de um Centro Cultural Vila Flor a celebrar 12 anos de existência, sob os pés de Noiserv e de Lydia Ainsworth (tocará em trio) no primeiro dia e sob as guitarras de Dead Combo e Lula Pena no segundo. Os primeiros concertos de cada dia têm início às 21h30. Fiquem com Darling of the Afterglow (Março de 2017), novo álbum de Lydia Ainsworth na integra.

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Purity Ring celebram com novo single
· POR Fernando Gonçalves · 26 Jul 2017 · 11:49 ·


Prestes a completarem-se cinco anos sobre o seu EP de estreia Shrines, os Purity Ring decidiram brindar os fãs com um single novo.

O tema chama-se “Asido” e, para além de gesto celebratório, serve de antecipação ao novo álbum (segundo registo) do duo Megan James e Corin Roddick que se vai chamar Another Eternity mas que ainda se encontra em fase de preparação. Eis, sem mais delongas, “Asido”.

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Moshimoss & Stabilo
FIIEI
· POR Paulo Cecílio · 26 Jul 2017 · 11:45 ·
Lume brando.
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Petrus Castrus, Mestre.
· POR Fernando Gonçalves · 25 Jul 2017 · 23:19 ·


Um pouco antes da “madrugada que eu esperava/ O dia inicial inteiro e limpo/ Onde emergimos da noite e do silêncio/ E livres habitamos a substância do tempo” como escreveu Sophia, um grupo de cinco rapazes arriscou couro, cabelo e alma para pôr cá fora um fruto de liberdade criativa denominado Mestre. Corria o mês de Dezembro do ano de 1973 quando os irmãos Castro (Pedro e José), Júlio Pereira, Rui Reis e João Seixas lançaram um dos tomos por excelência do prog rock português num cinzento Portugal que mal deixava passar entre as suas cortinas de ferro ferrugento a luz do Sol. “Porque”(letra de Sophia de Mello Breyner Andresen, 3ª música do alinhamento de Mestre.



Gravado no Strawberry Studio localizado no Castelo de Hérouville, França, Mestre foi um arriscado exercício de liberdade criativa inspirado nos já livres Pink Floyd ou Procol Harum. Onze músicas, um elenco de luxo nas letras e uma surpresa no xilofone (utilizado durante as gravações): Sophia de Mello Breyner Andresn, Ary dos Santos, Alexandre O’Neill, Bocage, Manuel Bandeira, Alberto Caeiro, António Cena e José Mário Branco no dito xilofone (tema S.A.R.L.).



A estas onze faixas juntaram-se duas mais aquando da reedição em CD deste Mestre nos idos de 2007: “Agente Altamente Secreto” e “Pouca Terra”. Estes dois temas foram gravados com os seus onze irmãos mas, mal do tempo, das comunicações ou apenas das bobines, só em 2007 deram um ar da sua graça estendendo o álbum até às treze músicas.



Puxando a k7 atrás, o nascimento dos Petrus Castrus remonta aos idos de 1971, altura em que os nossos Castro sem Fidel (guitarra, baixo e voz) decidiram “contratar” Júlio Pereira (guitarra) e Rui Reis (teclas) aos Play Boys um quarteto a que pouco tempo depois se juntou João Seixas (bateria). Juntos, editam dois EP pela Valentim de Carvalho (Marasmo e Tudo Isto) e decidem partir para outra paragem. Essa paragem chamou-se Sassetti, editora (albergava nomes como Sérgio Godinho e José Mário Branco) onde acabam por gravar o contestatário e livre Mestre. Tão livre e solar (os poetas elencados no álbum a nada ajudaram) que, quase imediatamente após o seu lançamento em Dezembro de 1973, a obra foi retirada do mercado para apenas surgir três meses depois. A PIDE não gostava de rock progressivo…



Após este álbum Júlio Pereira sai para formar os Xarhanga e não voltou. Quanto aos Petrus Castrus ainda lançam, no pós-revolução, o single “A Bananeira”, tema que seguia a via de contestação e sátira social seguido por Mestre e que deslocava a banda para longe da música de intervenção, género em que os próprios não sentiam muito bem. Suspendem, por isso, actividade em 74’ e regressam em 78 com um novo LP (Ascensão e Queda), disco que se saldou por um enorme fracasso comercial mas que deixou marcas: uma editora sul-coreana reeditou o álbum. Desapareceram pouco depois e, qual Lázaro, voltaram à vida em 2007 com a propósito da reedição de Mestre em CD.

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Brunch Electronik #1
Lisboa
23- Jul 2017
· POR Paulo Cecílio · 25 Jul 2017 · 23:18 ·
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Joana Serrat: novo álbum chega em Setembro
· POR Fernando Gonçalves · 25 Jul 2017 · 23:07 ·
© Elba Fernández

Quarto disco em cinco anos, Dripping Springs carrega no título o nome da cidade que lhe serviu de maternidade.

Foi na pequena cidade do Texas que a cantautora catalã, em parceria com o produtor Israel Nash e rodeada de músicos como Midlake, BNQT, John Grant, Joey McLellan, Eric Swanson, Aaron McLellan y Josh Fleischmann, Dave Simonett (líder dos Trampled By Turtles) e Dennis Love, criou este novo álbum regado a canções “coloridas” e imagéticas que estará disponível em Setembro próximo via Great Canyons Records. Contudo, ainda não temos single “arco-íris” que vos deixemos, por isso, fiquem com “Lover”.

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Vodafone Mexefest saca de Valete com trunfo Destroyer na manga
· POR Fernando Gonçalves · 25 Jul 2017 · 23:05 ·


Depois das confirmações Charles Bradley, Cigarettes After Sex e Aldous Harding a organização deste festival que se realiza nos dias 24 e 25 de Novembro em Lisboa puxou de Valete com trunfo Destroyer na manga.

Estes são, para já, os cinco nomes constantes do alinhamento do Vodafone Mexefest 2017, evento que se espalha por várias salas da capital. O passe para os dois dias do festival serão vendidos a 40 euros até ao dia 30 de Agosto, passando a 45 até 23 de Novembro e a 50 euros daí em diante, ou seja, nos dias do festival. Fiquem com os Destroyer e esta “Times Square”.

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Veenho
Veenho EP
· POR Paulo Cecílio · 25 Jul 2017 · 22:10 ·
Viinde, viinde.
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Já há nomes para o Jameson Urban Routes
· POR Paulo Cecílio · 24 Jul 2017 · 15:21 ·


O Jameson Urban Routes regressa este ano com uma programação, uma vez mais, variadíssima e destinada a todos aqueles que não papam grupos. De 24 a 28 de Outubro, o Musicbox voltará a ser palco para concertos de todas as formas e géneros, com destaque para a vinda do mágico Actress (na foto) a Lisboa, para apresentar ao vivo o óptimo AZD, editado este ano.

Também confirmados estão os dinamarqueses Laid Back, banda de culto e carreira longa, um novo encontro entre Peter Brötzmann e os Black Bombaim e ainda nomes como Os Terno, You Can't Win, Charlie Brown e Scúru Fitchádu. Os bilhetes, esses, já estão à venda. Mais aqui.

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Allah-Las regressam a Portugal
· POR Paulo Cecílio · 24 Jul 2017 · 15:03 ·


É já esta semana que os Allah-Las regressam a Portugal, depois de se terem estreado com um concerto no anfiteatro natural de Paredes de Coura, em 2015.

Desta feita, o seu palco será o do Musicbox, em Lisboa, e o mote a apresentação ao vivo dos temas de Calico Review, álbum que editaram o ano passado e que é o terceiro da sua carreira. O concerto começa pelas 22h30 e os bilhetes custam 20€.

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FIIEI
· POR Paulo Cecílio ·
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