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Franceses Belle Arch Lou vo fazer do Porto a sua Primavera
· POR Andr Gomes · 30 Jan 2015 · 17:05 ·


Belle Arché Lou é um projecto posto em marcha pelos irmãos franceses Wesley e Alexis Paul no Inverno de 2010 à volta de um vibrafone e de uma guitarra clássica. Juntos, e com a ajuda de alguns amigos, têm vindo a lançar um conjunto de discos que lembram um encontro entre a música folk e a neo-clássica. Todos de belo efeito, incluindo Toute la nuit dans les veines, que pode ser ouvido ali em baixo via Bandcamp..

Na próxima primavera os Belle Arché Lou vão gravar dois curtos projectos no Porto, nos Estúdios Sá da Bandeira, mais precisamente. Um 7'' e uma colaboração especial com uma cantora que ainda não foi revelado. Esta última parceria será lançada na Amor Eterno Collection, da editora Humanist Records. Mais novidades em breve.

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Novo de Fllakzoid a caminho
· POR Paulo Ceclio · 30 Jan 2015 · 14:45 ·
© Ion Rakhmatulina

A banda chilena já está a preparar o seu terceiro LP, que será simplesmente intitulado III e conhecerá edição no próximo dia 30 de Março com o selo da Sacred Bones. III conterá apenas quatro temas, sendo que no Soundcloud foi desde já disponibilizado para escuta o primeiro single, "Electric", malha de doze minutos psicadélicos apoiada em ritmo motorik, ideal para longas viagens de estrada ou de mente. Podem picá-la aí em baixo. A tracklist também aí está.


 
1 - Electric
2 - Earth
3 - Piure
4 - Feuerzeug
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Os Lower Dens querem escapar do mal
· POR Andr Gomes · 29 Jan 2015 · 23:25 ·


Os Lower Dens, que é como quem diz Lower Dens are Jana Hunter (voz e guitarra), Will Adams (guitarra), Geoff Graham (baixo, vozes) e Nate Nelson (bateria), estão neste momento a ultimar os detalhes para o lançamento de um novíssimo disco no dia 6 de Abril. Escape from Evil​, o terceiro disco da carreira dos Lower Dens, será lançado com o selo da Domino/Ribbon Music.

O disco foi produzido por Jana Hunter e co-produzido e misturado por Chris Coady (Beach House, Cass McCombs).  O single de estreia, "To Die in L.A.", pode ser ouvido desde já aqui em baixo e é incrivelmente divertido e viciante. A canção marca sem dúvida uma evolução notória no som da banda, com enorme destaque para a força das guitarras e para a voz de Jana Hunter. Podem consultar o alinhamento do disco logo depois.



1. Sucker’s Shangri-La
2. Ondine
3. To Die in L.A.
4. Quo Vadis
5. Your Heart Still Beating
6. Electric Current
7. I Am The Earth
8. Non Grata
9. Company
10. Société Anonyme
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Culturgest apresenta mais uma edio do ciclo Hootenanny
· POR Nuno Catarino · 29 Jan 2015 · 22:58 ·


A Culturgest vai voltar a apresentar mais uma edição do ciclo Hootenanny, micro-festival dedicados ao blues. O ciclo, comissariado por Ruben de Carvalho, decorre de 30 de Janeiro a 4 de Fevereiro, com concertos sempre às 21h30. O ciclo arranca com a actuação Ronnie Baker Brooks, no Grande Auditório da Culturgest, no dia 30. No dia 2 de Fevereiro é a vez de actuar o Trio Joe Colombo, desta vez no Pequeno Auditório.

O ciclo de concertos blues encerra com o concerto de Mingo & The Blues Intruders, a 4 de Fevereiro, também no Pequeno Auditório. A entrada no concerto de Ronnie Baker Brooks vale 15€ (5€ para sub-30), a entrada para os restantes concertos fica-se pelos 5€ (preço único).

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Concertos de Nervo mudam-se para a Guilherme Cossoul
· POR Nuno Catarino · 29 Jan 2015 · 22:53 ·
© Vera Marmelo

O ciclo de concertos Nervo apresenta-se em 2015 num formato remodelado: muda o seu local de realização, do CRA para a Sociedade Guilherme Cossoul, e a periodicidade passa a ser mensal (todas as primeiras quintas-feiras do mês). Com ênfase na música improvisada, jazz e experimentalismo, este ciclo promete uma noite de música por mês. O ciclo irá arrancar a 5 de Fevereiro com a dupla Manuel Mota & Afonso Simões e o convidado Pedro Lopes.

No dia 5 de Março toca o trio de Hugo Antunes, Carlos “Zíngaro” e Miguel Mira. Para 2 de Abril está confirmado o trio de Ricardo Jacinto, Helena Espvall e David Maranha, com o convidado Norberto Lobo. Mais para a frente serão confirmados mais concertos, para todos os meses, até final do ano (a única excepção será a pausa em Agosto). Os concertos arrancam pelas 21h30, a entrada vale 5€.

RETRO MANÍA
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Irv Teibel e as Environments Series
· POR Paulo Ceclio · 29 Jan 2015 · 22:38 ·


Editados entre 1969 e 1979, os discos pertencentes à série Environments contêm das mais famosas gravações de campo alguma vez realizadas. Com efeito, pesquisando no Youtube por "sons do oceano" ou algo semelhante, o mais certo é que aquilo que escutemos seja retirado de uma destas rodelas de vinil. O autor destas gravações, Irving Solomon Teibel, era um produtor norte-americano dedicado ao estudo da psicoacústica, isto é, às relações entre as características do som em si e às sensações auditivas que o próprio provoca. Na mesma semana em que nos deparamos com a notícia de que Jeff Bridges está para lançar um álbum destinado a ajudar-nos a adormecer (e apropriadamente intitulado Sleeping Tapes), regressemos a estas gravações por alguns instantes.

Na época em que foram editados, os discos da série Environments tornaram-se bastante populares. Para tal, em muito contribuiu uma estrondosa operação de marketing: estes discos eram anunciados como sendo "o futuro da música", sem que se tratasse de música per se, e nas liner notes encontrávamos registos de "opiniões" de ouvintes que anunciavam o quão maravilhoso era ouvir estas gravações num cenário caseiro, de como os ajudavam a concentrarem-se nas suas tarefas, de como o seu sono ou até mesmo o sexo melhoravam. Naturalmente, o destino mais comum destes discos era a prateleira de casa e uma vida a receber pó após uma ou duas escutas.

Ainda assim, e escapando à jogada publicitária, há de facto algo de muito interessante a ser retirado destes registos, que é o tratamento que foi dado ao som em si. Teibel não se limitava a gravar estes sons da natureza, e não só; recorrendo a um computador IBM 360, manipulava e processava as gravações por norma a, segundo o próprio, "torná-las mais real do que o real", o que se traduz num registo aural fascinante de locais que muito provavelmente nunca visitaremos (importa dizer que, a auxiliá-lo nas gravações do som das ondas do mar que temos no primeiro número de Environments, estava Tony Conrad, também ele um explorador das capacidades do som). "Dawn At New Hope Pennsylvania", lado B do segundo disco (1970), é disto exemplo: o chilrear das aves é tão vívido que as mesmas nem sequer nos parecem reais, mas sim um produto artificial da ideia que se tem do som que faz o chilrear de uma ave. Se a manobra psicológica não resultar e não nos sentirmos realmente mais calmos ou tranquilos exclusivamente devido ao som, poderemos sempre apreciar o lado tecnológico.

Não apenas isso, como a série Environments acaba por ser um artefacto histórico interessantíssimo, tendo despoletado toda uma onda de cópias e plágios baratos (se é que poderemos chamar "plágio" a gravações de campo) e influenciado q.b. não só a sound art como também a música new age que se apoderou das prateleiras dos AKI desta vida. E se não fosse a new age, artistas como Oneohtrix Point Never ou aqueles sob o jugo da vaporwave não teriam um nicho a (re)tratar. Tenhamo-las como uma série de fotografias de diferentes locais, de um tempo distante, potenciadoras de histórias por imaginar.

Se de facto provocam as sensações terapêuticas que prometem, tal como Jeff Bridges ou até mesmo os Marconi Union, banda britânica que há anos criou a canção mais relaxante de sempre, apenas outros estudos, de cariz científico, o poderão comprovar. Se poderão ser considerados "música" ou mesmo "arte", a discussão tem pano para mangas. Encaremos a série Environments como aquilo que é na realidade: um excelente produto, uma pausa necessária do nosso próprio som caseiro, um retrato histórico de como a tecnologia evoluiu ao longo do último século.

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Brian Wilson de regresso aos discos
· POR Paulo Ceclio · 29 Jan 2015 · 18:21 ·


No Pier Pressure
será o título do novo álbum de Brian Wilson, o primeiro de material original desde o óptimo That Lucky Old Sun, editado em 2008. O disco contará com colaborações dos seus ex-colegas nos Beach Boys Al Jardine, David Marks e Blondie Chaplin, bem como de Kacey Musgraves, Zooey Deschanel e M. Ward (She & Him) e Nate Ruess (dos fun.), entre outros. No Pier Pressure tem lançamento previsto para dia 7 de Abril, com o selo da Capitol, e a tracklist é a que se segue.



01 This Beautiful Day
02 Runaway Dancer
03 What Ever Happened
04 On The Island
05 Our Special Love
06 The Right Time
07 Guess You Had To Be There
08 Tell Me Why
09 Sail Away
10 One Kind Of Love
11 Saturday Night
12 The Last Song
13 Half Moon Bay
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Time to Feed
· POR Antnio M. Silva · 29 Jan 2015 · 15:13 ·
Msica para a histria no escrita.
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Cafetra e Favela, unidas no Porto
· POR Paulo Ceclio · 29 Jan 2015 · 12:42 ·


O evento é uma parceria entre as duas editoras e terá lugar no Alma Em Formol: Lourenço Crespo, Rabu Mastah, Jewels e Polido apresentar-se-ão neste espaço portuense no próximo dia 31, espectáculos ligados àquela que será a 4ª edição da Festa da Música, no Centro Comercial de Cedofeita. A entrada vale uns míseros três euros para escutar o balanço entre humor e canção pop dos dois primeiros, a ternura folk da terceira e a electrónica com classe do quarto. Confirme-se.

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Banda do Mar confirmados no Super Bock
· POR Andr Gomes · 29 Jan 2015 · 12:20 ·


Depois de duas noites esgotadas no Teatro Tivoli BBVA, nos passados dias 27 e 28 de Janeiro, a Banda do Mar é agora confirmada como o mais recente nome no cartaz do Festival Super Bock Super Rock. O grupo brasileiro/português actuará no dia 18 de Julho no Palco EDP. Lembramos que o Super Bock 2015 marca a retirada do Meco e a entrada no Parque das Nações, em Lisboa.

Numa entrevista que publicamos recentemente, Mallu Magalhães explicou-nos o motivo para a escolha do nome do grupo: "Passámos muito tempo procurando o nome, um que, ao ser sugerido, grudasse, criasse raiz e incorporasse a banda. O Mar é essa imensidão de possibilidades, e a interpretação acaba por dizer mais sobre o intérprete do que sobre o interpretado. É lindo assistir às teorias que fazem para um nome tão simples. Quanto mais simples, mais possível, mais amplo, maior. Nosso som é meio isso, também".

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· POR Antnio M. Silva ·
Msica para a histria no escrita.
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Janeiro 31
Gisela Joo
Coliseu dos Recreios, Lisboa
Fevereiro 7
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Cineteatro Municipal Joo Mota, Sesimbra
19
Jos Gonzlez / lf Arnalds
Centro Cultural de Belm, Lisboa
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