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Staub Quartet: uma casa que ganha cor
· POR Fernando Gonçalves · 23 Fev 2017 · 12:35 ·


Os quatro (Carlos "Zíngaro", Marcelo dos Reis, Hernani Faustino e Miguel Mira) deixaram a luz entrar na sua “casa” redecorando-a sob o cognome de House Full Of Colors, disco de estreia dos Staub Quartet que acaba de rasgar as trevas.

Gravado ao vivo em Setembro de 2015 durante uma actuação do quarteto luso no Salão Brazil (Coimbra, House Full Of Colors é a tentativa, experimental na sua génese, de traduzir a cor em música através do violoncelo, guitarra acústica, violino e contrabaixo. Fiquem com “Knots Of Light”, faixa retirada a House Full Of Colors.

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Burnt Friedman
The Pestle
· POR Rafael Santos · 23 Fev 2017 · 12:01 ·
Uma lição de integridade.
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O Gnu vai nu
· POR Fernando Gonçalves · 23 Fev 2017 · 11:56 ·


Vai nu, sem medo e com um álbum em cima do dorso. Falamos do colectivo lisboeta de música electrónica instrumental Gnu Vai Nu, que sem receio dos ditames da populaça e depois de baptizado, atentou o destino e meteu as patas ao caminho para criar, gravar, misturar e promover o seu primeiro extended-play Platronic.

Durante muito tempo os Gnu Vai Nu quiseram mas não se lembraram, que é como quem diz, entregaram-se à preguiça dos dias enquanto sonhavam criar aquilo que, depois de se atirarem ao mundo e vencerem a cobardia de que os próprios se acusam, lançarem-se nos braços de Platronic. Fiquem com Platronic na integra.

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Victor Herrero
Astrolabio
· POR André Gomes · 22 Fev 2017 · 11:43 ·
É uma guitarra portuguesa, com certeza.
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RETRO MANÍA
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Syrinx, os melhores sintetizadores que nunca ouviram.
· POR Nuno Leal · 21 Fev 2017 · 23:56 ·


Agora que a Neil Younglândia, terra também conhecida por Canadá, é oficialmente o país mais cool do mundo, chegou o tempo de vasculhar bandas por essas bandas, passe a má figura de estilo. E eis esta preciosa obscuridade vinda: Syrinx. Mais uma vez nas primeiras audições, constatamos que não se lucra quando se está demasiado à frente do seu tempo. Estes canadianos de meados de setentas se fossem de oitentas ou noventas ainda estariam demasiado à frente. Eles são de agora, o tempo apanhou-os mas mesmo assim isto é som de franja. Uma minoria absurda que graças ao critério da editora RVNB Intl. teve acesso o que apenas uma ultraminoria tinha: a música sagrada destes tipos, John, Doug e Alan de seus nomes.

Perdidos no tempo em listagens Prog, o seu som é tão original que apenas tem alguns pontos de comparação. Ali mesmo no Canadá com a Tonto's Expanding Head Band (que venero há décadas sem nunca ouvir falar de Syrinx, porquê meu Senhor?) e em Itália com os Sensation's Fix. Seja pelo uso massivo e melódico de sintetizadores, a forma como a percussão entra com laivos orientais tão na moda na altura mas refeitos de intemporalidade, com os clichés limpos pela tecnologia circundante, provavelmente os melhores teclados e botões que havia naqueles idos 40 anos atrás. ARP 2500 por aí fora. Mas com a introdução do sax e as cordas, vão mais longe, oh o sax e as cordas, quando surgem no horizonte, são new age alienígenas. Acreditem que eu perguntei a opinião a um marciano e ele disse que sim. Um anónimo nos comentários do Youtube diz que os viu ao vivo a fazer a 1ª parte de Miles Davis em 1970, no Massey Hall de Toronto. Nem quero imaginar o que terá sido. E pronto, toda esta introdução para vos dizer que estes gajos inventaram em 1971 os BOARDS OF CANADA!





São daquelas faixas que faz boquiabertar (se o verbo existisse) qualquer melómano interessado em electrónica. Mas há mais: os gajos inventaram em 1971 os TUXEDO MOON!



Mas voltemos ao uso inusitado das cordas, eis dois imponentes momentos cinematográficos de nenhum filme ainda.



Ou para acabar mais este momento inclassificável de bom.

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Uma Travessa em corrupio
· POR Fernando Gonçalves · 21 Fev 2017 · 23:54 ·


Justificado e alimentado pelo aproximar do lançamento do extended-play de estreia dos Travessa do Corrupio A Vida (O Início). A estreia da banda nas lides discográficas, movida a jazz, música clássica, rock e folk, está marcada para o começo do segundo semestre e dá-se a conhecer através do primeiro single, que também empresta o nome ao EP, “A Vida (O Início)”.

Fiquem com esta “Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida” e o seu “A Vida (O Início)”.

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Ride: música nova 20 anos depois
· POR Fernando Gonçalves · 21 Fev 2017 · 23:52 ·


“Charm Assault” assim se chama esta verdadeira lança no deserto apresentada pelos Ride. O tema é o primeiro single a ser ejaculado do novo registo de originais, ainda sem nome, da banda britânica com estreia prevista para o próximo Verão.

Se mais delongas fiquem com “Charm Assault” pela mão dos quatro Ride. Para ouvir e ouvir de novo aqui em baixo.

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Lisboa Dance Festival 2017: casa ocupada, horários à porta
· POR Fernando Gonçalves · 21 Fev 2017 · 23:51 ·
Jessy Lanza © Tim Saccenti

Depois do line-up completamente definido, chega a hora de se dar a conhecer o horário das respectivas entradas em cena do magote de artistas convidados para a edição de 2017 do festival alfacinha dedicado à música electrónica e seus sucedâneos.

O toque de partida será a 10 de Março, a partir das 19h30 na KIA RIO Room @ The Dorm, com a actuação de Vitor Belanciano Pinheiro B2B Davide enquanto o fecho do festival estará a cargo de George Fitzgerald na Fábrica XL a partir das 02h00 de dia 12 de Março. Pelo meio passarão nomes como os de Jessy Lanza, Mai Kino, Hercules & Love Affair ou Marcel Dettmann. Horários completos aqui.

Pelo meio, quem de dispuser a pagar os 45 euros (50 a partir de dia 1 de Março) ou os 30 de bilhetes diário, poderá, para além da música, encontrar (ou não) paz de espírito nas Talks ou no Market. Nos dias de Lisboa Dance Festival, as bilheteiras estão abertas das 16h30 às 03h00 (dia 10) e das 14h00 às 03h00 (dia 11). Fiquem com “Oh No” de Jessy Lanza.

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Tremor: sismógrafos anotam pico de confirmações
· POR Fernando Gonçalves · 21 Fev 2017 · 23:48 ·
 
A pouco mais de um mês e meio do início da actividade sísmica na ilha de São Miguel, o festival Tremor começa a fechar o cartaz para a sua 4ª edição a realizar entre os dias 4 e 8 de Abril. Assim, nesta recta final, a organização acaba de confirmar os nomes de Drinks (Cate Le Bon e o líder de White Fence Tim Presley, na foto), K-X-P, Jacco Gardner, Manu Louis, DJ Fitz, Stone Dead, Coelho Radioactivo, Vive Les Cônes, DJs La Flama Blanca, Violet x Photonz, Silicon Seeds e o regresso da Escola de Música de Rabo de Peixe.

A lotação do festival está limitada a 1500 pessoas com os bilhetes a custarem entre 25 euros até ao dia 3 de Abril e daí para a frente a situarem-se nos 30. Fiquem com os Drinks e esta “Hermits on Holyday”.

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azul-revolto de olhos firmes no dancefloor
· POR Fernando Gonçalves · 21 Fev 2017 · 23:46 ·


Nascido para os dancefloor, aí está o novo EP do projecto azul-revolto, do português Hugo Barão, que terá o selo da londrina Algebra Records.

Depois de lançar Soma em 2016, o produtor lisboeta começa 2017 com Livid, tomo multidisciplinar que gira entre o industrial lo-fi e elementos electrónicos que se perfilam num Futuro espacial. Fiquem com Livid, na integra aqui e agora.

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Burnt Friedman
The Pestle
· POR Rafael Santos ·
Uma lição de integridade.
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