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John Grant lana disco ao vivo com a orquestra da BBC
· POR Andr Gomes · 28 Nov 2014 · 15:53 ·


Chega às lojas na próxima segunda-feira um disco em que John Grant divide o palco com a BBC Philharmonic Orchestra. John Grant with the BBC Philharmonic Orchestra: Live in Concert conta com uma orquestra de 60 músicos em canções com arranjos de Fiona Brice. O alinhamento, que podem consultar ali em baixo, é uma maravilha. Promete e muito.



1. It Doesn't Matter to Him
2. Sigourney Weaver
3. Vietnam
4. Marz
5. Fireflies
6. Where Dreams Go to Die
7. Caramel
8. Glacier
9. TC & Honeybear
10. It's Easier
11. GMF
12. Pale Green Ghosts
13. Outer Space
14. You Don't Have To 
15. Drug
16. Queen of Denmark
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Novo disco de Gaz Coombes em Janeiro
· POR Andr Gomes · 28 Nov 2014 · 15:38 ·


Chama-se Matador e é o novo disco de Gaz Coombes. O segundo disco do vocalista dos Supergrass - lembram-se? - chega a 26 de Janeiro. O sucessor de Here Come The Bombs, editado em 2012, foi produzido pelo próprio Gaz Coombes, que também tocou praticamente todos os instrumentos (excepto bateria em quatro dos temas, sintetizadores numa canção e, claro,  backing vocals no disco todo). Aqui em baixo podem ovuri o trailer do disco e deitar olhos no alinhamento.
 


1. Buffalo
2. 20/20
3. The English Ruse
4. The Girl Who Fell To Earth
5. Detroit 
6. Needle’s Eye
7. Seven Walls
8. Oscillate
9. To The Wire
10. Is It On?
11. Matador

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Arranca hoje o Mexefest
· POR Paulo Ceclio · 28 Nov 2014 · 15:13 ·


A meia-maratona musical de Lisboa está de regresso. Conte-se com a invasão costumeira da horde barbárica que assola a baixa da capital sempre que o festival é anunciado, atropelando tudo à sua passagem, em busca de um fix, que este ano toma várias formas: já hoje, sexta-feira, teremos nova oportunidade para ver St. Vincent, tUnE-yArDs, Clã, jj, Éme e Pharoahe Monch; amanhã o cardápio contará com Wild Beasts, Sharon Van Etten, Palma Violets, Cloud Nothings e Sensible Soccers, entre inúmeros outros que não nos farão parar quietos. Todos os horários e todas as salas, demasiado extensas para poderem ser aqui enumeradas, podem ser consultadas no website do festival; da nossa parte fica a confirmação de que vai ser incrível e de que nos veremos por lá.

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Future Sound Of London
· POR Rafael Santos · 28 Nov 2014 · 11:15 ·


O ano de 1994 foi um dos mais venturosos para a electrónica, impressionantemente visionária. Destacou-se Dubnobasswithmyheadman dos Underworld, aqui abordado pelo Paulo Cecílio há poucas semanas, mas o balanço dos 12 meses ano não se ficava por aí, e nem fica. O ano viu também nascer marcos incontornáveis como Selected Ambient Works II de Aphex Twin, Snivilation dos Orbital, Psyconavigation de Pete Namlook & Bill Laswell (obra incrível que o tempo tem ignorado!) ou Pommes Fritz dos The Orb, curiosamente todos numa senda ambientalista sem precedentes em que a ressaca rave era capaz de gerar impressionantes especulações contemplativas: viagens lúdicas pelos meandros da realidade virtual ou pelos recônditos cantos do cosmos.

Além dos dignos nomes acima referidos, é impossível a memória abstrair-se de duas obras que se manifestaram no mesmo ano com um singular (portentoso) traço autoral, que tanto estimularam a emergência do trip-hop ou do trance. Música à frente do seu tempo que, pelo empreendedorismo criativo, o gosto pelo risco, da aventura, vinte anos depois ainda se mantêm como documentos sonoros essenciais – matéria de estudo que deveria ser obrigatória nesta era da programação pelo polegar! – para perceber o motivo porque alguém como William Bevan (não é o único exemplo mas é o melhor de momento para passar a ideia) tem tão boa escola para fazer o que faz, e porque se distingue facilmente no nevoeiro cerrado da parcimónia actual.

Falo pois, com absoluta convicção, das obras supremas dos Future Sound Of London, os seminais Lifeforms e ISDN.



Em 1994 este escriba vivia os tenros 18 anos. Lifeforms e ISDN consciencializaram-me das infinitas possibilidades da música. A perceber de vez que havia demasiada indolência a jorrar das rádios, cada vez mais formatadas, demasiadas artificialidades. O génio de Garry Cobain e Brian Dougans, que já me havia maravilhado com Accelarator em 1992 (e anos antes com corrosivo EP Stakker Humanoid), deu a estocada final com dois discos que cultivavam o gosto pela linguagem tecnologia como modus operandi da estimulação da imaginação. Ainda se seguiu Dead Cities (1996) como uma espécie de fim de trilogia, um epílogo que talvez tenha arrumado o assunto, deixando, contudo, muitas pontas de fora que mereceriam continuidade.



Como a nostalgia é um dos condimentos da nossa existência, e ao reapreciar os dois discos há relativamente pouco tempo, dei-me ao digging e revirei dossiês em busca de recensões onde materializei as minhas fortes impressões sobre Lifeforms. Em forma de curiosidade – e num óbvio exercício de memória pessoal – eis o que escrevi em 1994 a propósito do disco, e com o qual ainda me identifico 20 anos depois. “Formas Vivas” foi o título. Fica a short version, para ir ao essencial:

“(…)os Future Sound Of London têm a alma e o espírito sobre influência do misticismo ambiental de 70 – concretamente Eno e Fripp; mas ao contrário de Richard D. James e Pete Namlock, Garry Cobain e Brian Dougans exercitam jogos de sons complexos, manipulando com mestria a cacofonia, misturando as tendências actuais da música empurrando o pioneirismo de 70 contra a parede.
(…) também conhecidos pelos alteregos Amorphous Androgynous, Metropolis, Humanoid e Semi-Real (uns mais dados ao ambientalismo, outros ao frenesim rave), regressam dois anos depois do monumental “Accelarator”; “Lifeforms”, CD duplo, é a mais inesperada proposta ambiental deste ano. É um desenhar de novas texturas, novas formas e novas paisagens.
(…) Já em “Cascade”
(Dezembro de 1993) se previa uma liberdade de expressão, futurologia, manipulando, experimentando. (…) Meses depois, a linha de raciocínio manteve-se. De forma inteligente, renova-se o conceito de atmosferas cibernéticas, construindo-se espaços de meditação, desfrutando-se assim verdadeiros momentos de lazer.
(…) Importantes referências para as liberdades experimentalistas onde sobressaem algumas influências dos Kraftwerk ou os Yellow Magic Orchestra. (…) Referência ainda para as participações especiais de Robert Fripp – que desenha as texturas das guitarras em “Flack”; Elisabeth Frazer – que impõe a sua voz em “Lifeforms” (o mais recente single), uma genial combinação entre ambient-house e trance; Talvin Singh em “Lifeforms Ends”; por fim o hipnótico jogo de voz de Toni Halliday em “Cerebral”.
(…) "Lifeforms" é, até agora, uma das poucas e dignas abordagens ambient capaz de expressar pureza e liberdade espiritual. Novas formas nascem, movendo-se, transformando-se, adaptando-se. O som penetra no espírito permitindo uma agradável sensação de bem-estar; mergulha-se na mais pura e bela melodia primaveril; um caminhar calmo por campos de flores que florescem à medida que os ritmos evoluem. Sejam bem vindos à fronteira da realidade com o mundo real. We are the future
.



Sobre ISDN também escrevi exaustivamente, sei disso, mas sobraram apenas breves apontamentos num caderno que julgava perdido. Sobre ISDN ficaram estas ideias dispersas:

A segunda incursão dos FSOL na realidade virtual este ano.
(…) ISDN é um conjunto de ligações práticas entre a nossa realidade e uma que não existe. Ao contrário de Lifeforms, em ISDN encontram-se referências mais concretas, e humanas: o jazz e o hip-hop infiltram-se. Estas referências permitem aos FSOL uma solidificação das ousadas bases lançadas no segundo álbum.
Agora sim a banda sonora iniciada em Lifeforms fica completa!




Foi assim que a música electrónica urbana (techno, house, e variantes que pululavam) ascendeu de vez ao patamar da forma de arte.
Facto irrefutável nos nossos dias, não é?
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Castus vem passar o fim-de-semana a Portugal
· POR · 27 Nov 2014 · 16:09 ·


Começa hoje a minidigressão por Portugal do projecto de Cédric Castus. O belga, conhecido pelas suas composições instrumentais guiadas pela guitarra e pelas inspirações “roubadas” a Tortoise ou Marc Ribot, subirá esta noite ao palco da Sonoscopia, no Porto, pelas 21h30, num concerto com entrada livre. Seguir-se-ão mais três datas em solo nacional, em Braga e em Lisboa.



28/11 – Projectil (Braga)
29/11 – ATR @ RDA XIII, RDA69 (Lisboa)
30/11 – Feira Morta IV, Adamastor Studios (Lisboa)
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Emmy Curl mostra novo single
· POR Andr Gomes · 27 Nov 2014 · 12:13 ·


Emmy Curl, que é como quem diz Catarina Miranda, prepara-se para lançar um novo disco. Hoje mesmo, tratou de tirar cá para fora o primeiro single - e respectivo vídeo - desse novo registo. A canção em causa chama-se "Come closer" e pode ser ouvida - e vista - ali em baixo. Resta dizer que o vídeo foi feito num só take, sem pós produção, e que foi realizado por Nuno Barbosa e pintado por João Tiago Rodrigues.

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Heartleap
· POR Paulo Ceclio · 27 Nov 2014 · 11:04 ·
Canto do cisne.
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James Blake com novidades
· POR Paulo Ceclio · 26 Nov 2014 · 17:38 ·


O produtor e cantor britânico já se prepara para lançar o sucessor de Overgrown, encanto de 2013; segundo o próprio, o seu terceiro LP estará pronto algures em Março ou Abril, e poderá ou não contar com a colaboração de Kanye West. Entretanto, há canções novas para se ouvirem: "200 Press" é um single de techno nebuloso a ser lançado pela editora do músico em Dezembro (1-800 Dinosaur), "Feel Good Inc." é uma canção dos Gorillaz que aqui conhece uma remistura muito própria, sob o moniker Harmonimix. Ambas aí em baixo.



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The Pop Group regressam aos discos
· POR Paulo Ceclio · 26 Nov 2014 · 17:30 ·


Lembram-se dos Pop Group? Os tempos de malhas como "She Is Beyond Good And Evil" já lá vão, mas os britânicos continuam bem activos após a sua ressurreição, ocorrida em 2010, tendo reeditado We Are Time, disco de 1980, e encetado uma série de concertos. No próximo ano, os Pop Group editarão o sucessor deste, com o título de Citizen Zombie, disco que será o seu primeiro em 35 anos e que terá o selo da Freaks R Us, sendo que o single de avanço, homónimo, está já disponível no Soundcloud. Foi você que pediu "guitarras angulares"?

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Fujako editam EP
· POR · 26 Nov 2014 · 17:22 ·


O duo formado por Jonathan Saldanha e Nicolas Esterle lançou hoje o sucessor de Soul Buzz, editado em Agosto. Exobell é palavra inventada e é igualmente um EP de oito faixas marcadas por ritmos estranhos e selvagens e um dub fantasticamente cru, possuindo o selo da Ångström Records e podendo ser escutado e sacado sem custos a partir do Bandcamp da editora. Em Janeiro será igualmente editado em cassete e em 7''.

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Agenda completa
Novembro 28
Slstafir / Obsidian Kingdom / Esben and the Witch - Vodafone Mexefest
Hard Club, Porto
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St. Vincent / Tune-Yards - Vodafone Mexefest
Vrios locais, Lisboa
29
Cl
Casa das Artes, Vila Nova de Famalico
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Linda Martini / Paus / Filho da Me
Galeria Z dos Bois, Lisboa
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Pedro Jia Trio / Pedro Jia
Teatro Municipal So Luiz, Lisboa
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Mo Morta
Centro Cultural, lhavo
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Sharon Van Etten / Cloud Nothings / I Break Horses / Adult Jazz - Vodafone Mexefest
Vrios locais, Lisboa
Dezembro 1
Aline Frazo
Casino Lisboa, Lisboa
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Coliseu dos Recreios, Lisboa
4
Pere Ubu
Galeria Z dos Bois, Lisboa
4
Dead Combo
Coliseu dos Recreios, Lisboa
5
Rafael Toral Space Quartet
Culturgest, Porto
9
Bodyspace apresenta: Belle Arch Lou
Caf au Lait, Porto
11
Cristina Branco
Centro Cultural de Belm, Lisboa
12
Dead Combo
Rivoli Teatro Municipal, Porto
12
Dead Combo
Rivoli Teatro Municipal, Porto
12
Jlio Resende
Auditrio de Espinho, Espinho
14
Orquestra Jazz de Matosinhos & Carlos Bica
Casa da Msica, Porto
14
Orquestra Jazz de Matosinhos & Carlos Bica
Casa da Msica, Porto
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Buraka Som Sistema
Casino Lisboa, Lisboa
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Norberto Lobo & Joo Lobo Sexteto
Teatro Municipal Maria Matos, Lisboa
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